O grupo Titãs tem uma música chamada: ‘Epitáfio’. Uma frase chama a atenção:
“O acaso vai me proteger
Enquanto eu andar distraído
O acaso vai me proteger
Enquanto eu andar”…
Num pensamento totalmente diferente vemos a história do patriarca José, filho de Jacó e Raquel. A narrativa bíblica começa e termina com a declaração de que Deus era com José e prosperava tudo o que ele fazia. Havia uma razão para Deus prosperar o trabalho de José?
O livro de Gênesis revela o propósito de Deus em prover à família escolhida que mantém a semente escolhida (Gn 3.15) para a salvação dos homens. O desenvolvimento do plano de Deus envolveu escolher um homem e, a partir de Abraão, um povo escolhido – Israel. Esta foi a nação através da qual o Messias – Salvador viria ao mundo.
A vida de José com seus percalços, problemas e perseguições estão debaixo da providência de Deus. O catecismo de Westminster diz assim sobre a Providência de Deus: “As obras da providência de Deus são a Sua maneira muito santa, sábia e
poderosa de preservar e governar todas as suas criaturas e todas as ações delas. Entendemos desta que está em consonância com as Escrituras, pois é ela que fundamenta a declaração. Notemos o seguinte: Deus, o criador e soberano de acordo com Sua vontade (1) mantem todas as criaturas como seres (animais, vegetais e humanos); (2) envolve-se em todos os eventos de suas criaturas; (3) dirige todas as coisas ao seu fim determinado. Deus tem o comando e controle completo desse
mundo. Não há acaso, nem destino, nem sina, nem carma, nem fatalismo. Sua mão pode parecer escondida, mas Seu governo é absoluto. Continue lendo →